domingo, 17 de maio de 2009

Heaven and Hell - Showzaço no Rio de Janeiro!



Domingo - 17 de Maio.

Passando das 19:30, o Shopping Via Parque, na Barra da Tijuca, estava tomado por uma massa de headbangers uniformizados com jeans e camiseta preta. Era a galera esperando para assistir ao show do Sabbath com Dio, ou, que seja, a banda Heaven and Hell.

Quase toda a galera ia se dirigindo à rampa externa de acesso a casa de shows Citibank Hall com seu copito de cerveja na mão. E eu não seria exceção, desci a rampa e fui comprar minha cerva. Passei no quiosque para comprar a camisa da turnê e aí fui me posicionar para o show porque a turma já preenchia bem o espaço.

Com um atraso de meia hora, o pequeno elfo Dio surgiu no palco. Com ele, o guitarrista Tony Iommi, o baixista Geezer Butler e o batera Vinny Appice. Gritaria e reverência. Lá estavam os criadores do heavy metal.

E o Sabbath com Dio fez um show de puro metal: forte e pesado, sem firulas, com competência, simpatia e carisma. Muito bom!

No repertório, clássicos como The Mob Rules, Children of the Sea, Time Machine, Die Young, Heaven and Hell e Neon Knights fizeram a festa do público, na casa dos 6 mil, sempre generoso em palmas e participação, emocionado por estar diante da rara oportunidade de ver os criadores de um estilo em ação, o show de uma banda que continua relevante quase quarenta anos depois.




Dio, pequeno em tamanho e enorme em simpatia, conquistou de cara o público e, mesmo já entrando rouco no palco, mostrou que ainda consegue dar conta do recado direitinho, sendo aclamado tanto por adolescentes como por coroas. O que falar de Tony Iommy? O cara é excepcional. O guitarrista, canhoto e cheio de estilo, com óculos escuros e um visual bacana, bem conservado, toca muiiiiiiito, e é muito mesmo! Geezer Butler e Vinny Appice fizeram o chão tremer tamanha potência e peso na combinação baixo/batera. Senti falta de um solo de Butler, o de Vinny foi demais, tocando até um tambor vertical.




O som do Sabbath com Dio, ooops, do Heaven and Hell, é muito pesado, verdadeiramente pesado, é um troço com uma base sinistra e uma pancada sólida, que lembra a gente a toda hora que aqueles ali são os criadores do heavy metal, com certeza!

Na subida da rampa rumo ao estacionamento, eu, e mais um mar de headbangers, entoávamos felizes em coro o ôôôô da Heaven and Hell. Emocionante.


Showzaço!



Fotos:
Hudson Pontes/Extra Online
José Franciso/UOL
Carlos Zambrotti/AgNews

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Resenha de show: Kiss na Apoteose - 2008

                       Kiss – Apoteose do Rock and Roll!!!


O show do Kiss ontem na Apoteose foi es-pe-ta-cu-lar!

Cerca de 15 mil pessoas puderam presenciar um tremendo show de rock, alegre, divertido, contagiante.

Numa sensacional mistura de circo e teatro, houve de tudo: grandes labaredas de fogo, muita fumaça e fogos de artifício que não acabavam mais. E o mais importante, claro, um baita rock do bom comandado pelos mascarados sessentões Paul Stanley (guitarra e vocal) e Gene Simmons (baixo e vocal), em companhia de Thommy Tayer (guitarra) e Eric Singer (bateria e vocal em algumas músicas).

O Kiss entrou no palco pontualmente às 21:30 mandando ver no rock vibrante característico do grupo. Uma linda lua cheia clareava o céu da Apoteose numa noite fantástica que estava apenas começando com Deuce.
Vieram na sequência: Strutter, Got to choose, Hotter than hell, Firehouse, Nothin’ to lose e C’mon and love me.
A medida que o show ia pegando fogo, o céu ia escurecendo.
Assim, aos primeiros acordes de Parasite, uma chuva fina começou a cair e, repentinamente, antes que se pudesse perceber, desabou um tremendo dilúvio na cabeça da galera, um terrível aguaceiro que durou 25 minutos, sem dar trégua!
Se isso estragou o show, esfriou ou deixou a turma apagada? No way! A chuvarada acabou sendo mais um motivo de diversão para quem, como eu, já estava enlouquecido com o show. A galera pulava e cantava tudo, alegre, molhada e empolgada. Gente de todas as idades, de várias tribos, dezenas de mascarados clones de Paul Stanley e Gene Simmons, todos celebrando a mais divertida face do rock and roll!

Arrebentando com She, Watchin’ you, Rock Bottom, 100.000 years e Cold Gin, os caras no palco eram puro rock e simpatia. E os efeitos especiais iam só aumentando.


Nessa festa, e já sem chuva, Paul Stanley comandava o espetáculo conversando com o público e regendo os ôôôs da noite, mostrando alegria e disposição. É nítido que voz ele já não tem, mas e quem disse que alguém ali ligava para isso? A fraca voz com que ele tentava cantar não parecia constranger nem incomodar fã algum. Todos estavam ali tão entusiasmados: banda e público só queriam festejar ao som do bom e velho rock and roll!

De fato, os fãs do Kiss sabem bem o que esperar de sua banda: diversão e um rock arrasador e vibrante! E isso, teve de sobra no show de ontem.

Seguiram então com Let me go, Rock & Roll e Black Diamond para então estremecerem a Apoteose com o grande hino do Kiss: ao som de Rock and Roll all nite o público foi verdadeiramente à loucura! Enquanto a galera cantava em coro, uma fantástica e linda chuva de papel picado foi lançada ao vento sobre a pista causando emoção e arrebatando de vez o coração do público.


Mas tinha muito mais ainda por vir: canhões dando tiros barulhentos no ritmo da bateria que por duas vezes foi suspensa no palco até quase o teto; imensas labaredas de fogo; incríveis efeitos de luz e fumaça; muitos fogos de artifício; Gene Simmons cuspindo fogo e fazendo sugestivos movimentos com sua famosa língua incansavelmente por todo o show; quatro enormes telões mostrando todos os detalhes (como quando a garota jogou seu sutiã vermelho para o P. Stanley e ele permaneceu segurando o tal incremento por toda a música enquanto tocava sua guitarra e fazia suas caras e bocas).

A volta para o bis foi sensacional! Ainda viriam 5 petardos, grandes clássicos do Kiss: Shout it out loud, Lick it up, I love it loud, I was made for lovin’ you e Detroit Rock City.

Toda a seqüência entremeada de falas de Paul Stanley expressando seu amor pelo Rock e pelo Rio! Todas cantadas em coro absoluto pela platéia. Todas fazendo trepidar os corações roqueiros e festeiros com o pulso firme e vibrante da mais pura batida roqueira, com suas explosões, fogo, fumaça, luz e um tremendo ritmo, uma energia fantástica desses mascarados endiabrados do Kiss, que se autodenominam “A banda mais quente do mundo”.
Quem esteve no show de ontem agora entende porque.

KISS – THE HOTTEST BAND IN THE WORLD!


videozinho, só para dar uma idéia...

"KISS Alive 35 - Rio de Janeiro / Brazil April, 8 2009 - Rock and Roll all Nite" http://www.youtube.com/watch?v=dMF5mFs2uLM


* Essa resenha foi apagada no blog antigo, apesar de conseguir recuperar o post, os comentários tive que republicar no corpo da resenha.



12 comentários:

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Isso! Vai! Pisa! Mata o véio aqui de inveja!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Beleza, já me senti lá graças às suas impressões - valeuzão! rsrs
Vou te contar uma coisa: choveu em alguns dos melhores shows que já fui e, com a exceção de um em que o show teve que parar porque o gerador morreu (quase no final), a chuva sempre foi bem vinda e recebida com alegria ou indiferença (rsrs) pela platéia.
Agora vou esperar pelo que você vai contar do Heaven & Hell...
Beijaço!
ML

09 Abril, 2009 22:55

lu gasp disse...

Cara, Marcello, eu dispensava legal a chuva. Pô, fiquei super gripada e do jeito que a coisa tá caminhando vai ser lucro se ficar só na gripe... :(
[Reparou que essas coisas só passam a acontecer depois que a gente fica mais velho? Quantas vezes tomei chuva direto quando mais nova e não me lembro de ter pego um único resfriado, saco...!]
Mas valeu, o show foi bom demais mesmo!
Abraços, da
Lu

10 Abril, 2009 13:20

Dagda disse...

Oi, Lu. Legal conhecer seu blog.
Pra cê ter uma idéia, eu tinha ido com a obrigatória camisa preta da banda e comprei lá uma oficial, que botei por cima. Com cinco minutos de chuva, torci as duas camisas e parecia sair delas uma cachoeira.
Mas que se dane. O show foi ótimo! Pena só que a voz do Paul não agüentou o suficiente para rolar Love Gun.
Botei alguns comentários (aliás, o verdadeiro eu botou) na comunidade da Revista Metal no Orkut.
Bjs
D

10 Abril, 2009 18:24

DAGON disse...

Porra Lu que inveja, meu sonho sempre foi ver o Kiss ao vivo e esse show foi maravilhoso pq só rolaram clássicos, faço minhas as palavras do Maddy, já me senti lá dentro só de ler sua resenha e sentir a empolgação que rolou pra escrever isso. Você foi testemeunha do maior espetáculo da terra que é um show do Kiss e vai carregar isso na alma pra vida toda, meus parabéns!!!
Aliás fez até o Dagda ressuscitar e sair da caverna, hahaha, brincadeirinha Dagda, rs.
Abraço.

10 Abril, 2009 18:51

lu gasp disse...

Oi, Dagda!
Cara, foi muita água e o estrago foi feio pra mim, tô muiiito gripada. Mas você tem toda razão, que se dane, o show tá valendo cada tossida e assoada de nariz! Hehehe..
;)
Pô, e Love Gun é uma das que mais gosto... :(
Vou lá dar uma conferida nos seus comentários da Revista Metal.
Valeu pela visita, apareça sempre!
Abraços, da
Lu

10 Abril, 2009 23:55

lu gasp disse...

Dagon, fico muito feliz de poder compartilhar o show escrevendo minhas impressões. Puxa, que bom que lendo o que escrevi você e ML puderam sentir um pouquinho como foi aquilo lá. No próximo você vai estar lá ao vivo e à cores, com certeza!
Abraços, da
Lu

11 Abril, 2009 00:04

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Li numa revista ou jornal que eles não cantaram Love Gun e uma outra música por causa da chuva; nessas músicas fariam aquele efeito de 'levitação', saqualé? E aí resolveram não arriscar.
Valeu!
ML

12 Abril, 2009 21:25

lu gasp disse...

Pois é, Marcello, faltou o G. Simmons ser supenso em cabos de aço em "I Love It Loud" e P. Stanley voar na tirolesa em "Love Gun", que não foi nem tocada.. uma pena, mas ficar lamentando o que não houve é bobagem, hehehe.. o show foi bom demais anymay!
:D
Abraços!

13 Abril, 2009 08:46

Ace Kilmister disse...

Caríssima Lu Gasp,
estou iniciando hoje um blog dedicado à música pesada, em que utilizarei não somente links levantados por mim como também os disponibilizados em outros blogs. Gostaria de contar com a sua colaboração e também que linkássemos nossos blogs.
O blog se chama The Ace Of Spades e o endereço é http://ace-kilmister.blogspot.com/
Aguardo sua resposta e sua visita.
Até lá!
A

14 Abril, 2009 16:26

lu gasp disse...

Olá Ace,

seria um prazer poder contribuir, mas eu não disponibilizo links no meu blog, para falar a verdade, eu não entendo bulhufas sobre buscar e disponibilizar links.
No blog "Pra cima com a viga, moçada!" eu apenas apresento algumas coisas que ouço (muitos estilos, não somente rock pesado), às vezes com uma breve resenha e um clip musical e também escrevo resenhas de alguns shows, e só.
Sou seguidora de alguns blogs e, com certeza, visitarei o The Ace of Spades (com esse nome imagino encontrar de cara muito Motorhead, ê coisa boa!)
Obrigada pelo convite.
Abraços, da

Lu

14 Abril, 2009 16:44

Yerblues disse...

Aí, Lu, grande set list desse show... apesar de não ser fãnzasso do Kiss, eles sempre apresentaram um grande show, e esse pela sua descrição foi duca... pena que aquele que eu vi não foi na Apoteose, mas no Maraca... os Melhores shows que já tive a sorte de presenciar no Brasil (área aberta) foram na apoteose... Clapton, Black Crowes, Page & Plant.. Valeu.

21 Maio, 2009 13:14

Lu Gasp disse...

Oi, Yerblues, engraçado que o pessoal reclama do som da Apoteose mas TODOS os shows que assisti lá foram 10 em som. Infelizmente, não fui a nenhum desses que você citou, mas alguns grandes shows que presenciei na Apoteose também foram o do Roger Waters, o do Santana e do Iron Maiden.
Nunca fui muito fã assim de Kiss, mas imaginava que um show deles seria fantástico e realmente foi. O Kiss no maraca não vi, eu era muiiito novinha na época. ;)
Valeu pela visita, apareça sempre!
Abraços, da
Lu

terça-feira, 17 de março de 2009

Resenha de show: Iron Maiden na Apoteose - 2009

                                         
                                      iron maiden - sábado, 14 de março – praça da apoteose


a galera no metrô aos gritos de “ maiden, maiden...” já dava o tom da noite. faltando menos de 2 horas para o show sigo em pé no vagão olhando a rapaziada que entoa 2 minutes to midnight. é contagiante a vibração e não contendo o sorriso, começo eu também a cantar o clássico do iron maiden, assim como praticamente todos no vagão. ali, eu só conseguia pensar o quanto é bom ser a roqueira que sou e ter peito de encarar ir a qualquer show, mesmo sozinha.

fiz todo o percurso metrô praça onze-sambódromo rindo comigo mesma no meio da muvuca, lembrando do mano dizer mais cedo ao telefone que estava orgulhoso (porque a caçula aqui, com marido e filhos, curte rock mesmo e se mete em todos os shows, sozinha, sem medo de ser feliz porque o chamado do rock fala mais alto.. rs.. cadê a prudência? onde já se viu uma mulher na casa dos trinta, married, with childrens, deixar a família em casa e se aventurar no meio da multidão por sua própria conta e risco?)

entrei no curral apertado, passei na revista, comprei minha caipirinha e fui à luta por um bom lugar!

ainda no showzinho de abertura (ruim-toda-vida) da filha do steve harris, fincou-se ao meu lado um grupo animado de rapazes que me cumprimentaram entusiasmados. do outro lado, mais um grupo animado, de rapazes, e atrás: rapazes animados, e à frente? idem! onde diabos estão as mulheres nesse show?, eu pensei. e, não vendo um único ser do sexo feminino ao meu redor e por todo o meu raio de visão, tratei de beber logo minha caipirinha para nem pensar em ficar aborrecida com as insistentes abordagens vindas de um lado e de outro.

mas a galera era comportada: abordava, conversava (eu dispensava), numa boa. ou eu é que estava relax à beça depois da caipirinha fortíiiiissima que o cara preparou no bar improvisado. na verdade, eu estava era feliz da vida quando as luzes se apagaram e o show começou!

um show absolutamente fantástico, só com os clássicos do maiden! clássicos do metal, clássicos da minha geração de metal (geração que despertou para o rock pesado em janeiro de 85 no primeiro rock in rio, galera de baixo gávea, de caverna). todo o repertório estava na ponta da língua, há vinte e tantos anos. e cada música cantada em coro pela galera, multidão de mais de 20 mil pessoas!!! foi um show muito, muito, muito bom! não foi o melhor show que já vi na vida não, mas foi muito bom! senti falta de mais empatia do bruce d. com a galera, senti falta de um papo mais atencioso, aquela presepada mesmo de colocar a camisa de um time, pegar a bandeira do brasil... afinal, tantas juras de amor pelo rio de janeiro, e fazem um show maravilhoso, claro, mas igual, igualzinho aos outros todos da turnê em 2009. nem uma música diferente, nem uma surpresa, um bônus, um bis extra para os cariocas... mas foi um show pauleira do início ao fim, cheio de efeitos como explosões de fogos de artifício e altas labaredas no palco e contando ainda com a presença do mascote eddie, em versões à la powerslave e hi-tech.

e poder assistí-los tocando justamente o que considero sua melhor fase, músicas como aces high, powerslave, run to the hills, wrathchild, phantom of the opera, the trooper, rime of the ancient mariner, hallowed be thy name, iron maiden... uaaaaau... foi de tirar o fôlego!

de fato, o iron maiden no palco é algo impressionante com a bateria vigorosa de nicko mcbrian e o baixo possante e arrasador de steve harris; as guitarras de dave murray, adrian smith e janick gers multiplicando os acordes e solos e o vocal único de bruce dickinson mandando ver com seu toque teatral à frente do iron... bom demais, bom demais!!!

e, de resto, voltar para casa com a camisa suada, com a alma lavada, feliz da vida.

(e já pensando no kiss, em abril).

[crédito da foto: andré durão/g1]
 
 
* Essa resenha foi apagada no blog antigo, apesar de conseguir recuperar o post, os comentários tive que republicar no corpo da resenha.
 
 
10 comentários:


DAGON disse...

Iron Maiden é algo imcomparável né Lu? Apesar de ser do Rio fui ver ver o show de sampa pq aki os poucos colegas rockeiros não iriam ao show e foi um fim de semana realmente inesquecível.
O show do kiss vou deixar passar por falta de e$scolha, rs, mas o sabbath com certeza verei, se quiser compania pra assistir to dentro.
Bjs.

18 Março, 2009 22:09

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Hey, Lu!
Que beleza! Me senti um daqueles que estava ao seu lado; me vi pegando o metrô na Saens Peña e fazendo coro em two... minutes... to miiiiiidnight! rsrsrs E, depois, voltando, encharcado e feliz. Mas agora moro longe e só posso sonhar e ficar feliz pelos amigos.
Respondendo o seu comentário do post anterior, fiquei amarradaço quando vi seu desenho 'The Electric Swamp'; aí eu não poderia deixar de utilizá-lo no banner e acho que o resultado ficou bem bacana mesmo.
Uma pergunta 'técnica': qual é o material que você usa? Nanquim? A4?
Ontem eu e Lud (minha digníssima), ficamos viajando nos seus desenhos, escolhemos seis deles (Round Reversion, Owl, Point Of No Return, A Day In Beach, Growing e Seed Of Hope) imprimimos todos eles, colocamos em molduras pretas e/ou brancas e adornamos uma de nossas paredes que ainda estava nua, ficou perfeito! Então não podemos deixar de te agradecer e te parabenizar pela sua maravilhosa Arte. VALEU!!! rsrs
(depois manda a conta... rsrsrsrsrs)
Um beijo e um abraço nosso, e até!
Marcello & Lud

18 Março, 2009 23:49

lu gasp disse...

oi, dagon! realmente, o show do iron é incomparável! e aqui no rio foi bem tranquilo. pelo que li no hard&heavy sua ida ao show de sampa foi uma verdadeira saga... rsrs... mas que valeu muito a pena, né? são essas aventuras malucas que dão graça à vida!
é, esse negócio de muitos shows tão próximos um do outro é de doer o coração, fica a vontade de ir a todos, mas assim a gente acaba falindo! o problema é que fico pensando que não sei quando ou se terei a oportunidade de assistir ao tal show novamente, então acabo me apertando, ficando um tempo meio sem grana, mas ah... tá valendo! a energia que rola num show muitas vezes é algo indescritível, só estando lá para sentir.
:D
Abraços!

19 Março, 2009 13:58

lu gasp disse...

oi marcello, e lud,
eu uso diversos materiais e tipos de papel para meus desenhos. gosto muito de trabalhar com nanquim e com marcadores, o formato/tamanho do suporte varia à beça...
trabalho com pintura em tela, sempre com tinta acrílica. nas últimas tenho trabalhado um pouco a cor, estão ficando interessantes. podem conferir no flickr:
http://www.flickr.com/photos/lugasp/
como disse antes, fico contente que tenham gostado da minha arte e achei legal a improvisada que vocês fizeram imprimindo e emoldurando, apesar de me perguntar como ficou a qualidade da imagem.. em geral trabalho com impressões de alta qualidade, posters no tamanho que me encomendam e assinando as gravuras, que são numeradas.
fiquei curiosa com a escolha que fizeram desses seis desenhos, gostaria de saber se usaram algum critério específico ou simplesmente escolheram o que gostaram mais e pronto. quem sabe vocês me mandam uma foto dos quadros qualquer dia desses, seria legal poder ver como ficaram.
abraços, da
lu

19 Março, 2009 14:22

DAGON disse...

Po Lu se valeu a pena... Foi o melhor fim de semana que passei na vida, tanto pelo show quanto pelas pessoas que conheci, esse momento vai me acompanhar a vida toda.
Maior sacanagem virem todas essas bandas de uma vez só, haja grana pra ver todas, ainda achei o show do Kiss bem caro, esses produtores devem pensar que rockeiro é tudo endinheirado, rs.
Seguinte Lu, lá no post nostalgico do Iron mandei uma mensagem pra vc e Guzz deixando meu email para que vcs entrem em contato, já falei com o Guzz e ele já mandou email, se vc ainda não viu deixo meu email aqui.
dagonpdl@oi.com.br
Abs.

20 Março, 2009 20:49

lu gasp disse...

pois é dagon, os ingressos estão caríssimos! parece que os caras perderam a noção. ano passado eu gastei uma grana preta em shows do ozzy, whitesnake, judas. ainda bem que todos valeram muito a pena! :)
já respondi no hard&heavy e deixei email.
abraços!

20 Março, 2009 23:23

Marcello 'Maddy Lee' L. disse...

Querida Lu,
infelizmente ficarei te devendo as fotos, porque nossas câmeras (recém-compradas)foram roubadas na nossa última semana de férias, no ano passado.
Eu tenho um impressora bem boa da HP e imprimimos num papel especial, um pouco mais grosso que o normal, com uma leve textura que, se você olhar beeem de perto, parece uma tela. Ficou bacana porque esse papel 'chupou' bem a tinta e ficou com um aspecto de 'matéria-prima' (rsrsrsrs). Imprimimos em tamanhos mais ou menos parecidos, o maisor com 20cm e o menor com 15cm de comprimento; acho melhor imprimir assim, menor, para que não perca na resolução/definição final.
Para a escolha dos desenhos, seguimos nosso gosto ou identificação; cada um escolheu 8; desses 8, 4 foram iguais e depois cada um escolheu um outro.
Acho que sua arte tem várias influências; vejo algo de grafitti, Escher, Roger Dean, cubismo e pop art, entre outras, mas é a sua 'assinatura' que mais me encanta, e também o preto e branco.
Faz o seguinte: como acho que esse papo pode se estender muito mais, deixe lá nos comentários do Pântano o seu e-mail, que eu não publicarei, OK?
Acabei de dar uma olhada no flickr e também gostei bastante dos coloridos, ganharam profundidade e dimensão inesperados - muito bom!
Só pra finalizar: acho muito maneiro você dar nomes de músicas pras suas artes! rsrsrs
Beijaço.
Valeu!
ML
23 Março, 2009 13:10

Ju disse...

Luu!!
Acho que fomos abençoadas diz ae?!
Roqueiras de alma que puderam ver esse show q foi absurrdoo ...
Bjuss :D

23 Março, 2009 16:03

lu gasp disse...

oi, marcelo!
pô, ficar sem as câmeras assim... que final de férias, hein?
meu email: lugasp33@yahoo.com.br, deixarei também no pântano elétrico.
mais uma vez, obrigada pelos elogios ao meu trabalho. fico feliz que goste!
Abraços!

23 Março, 2009 20:21

lu gasp disse...

oi, ju!
foi um showzaço mesmo. impecável, bom demais!
e que venham outros!
abraços!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Resenha de show: Judas Priest no Citibank Hall - 2008


Sexta –feira, 14 de novembro. Divulgando seu novo trabalho, o álbum conceitual "Nostradamus", Judas Priest, uma das mais tradicionais bandas de heavy metal, entrou no palco pontualmente às 22:00. Como os caras estão na estrada há mais de 30 anos e já estiveram no Rio algumas vezes, fui esperando assistir um bom show, mas não um show como aquele!


A banda trouxe uma produção impecável (e incrível para os padrões de show de metal) com direito a troca de cenário, figurinos e acessórios! Isso, aliado ao já esperado excelente set musical, transformou o show em espetáculo.

O fundo do cenário era mudado de acordo com as músicas, podendo mostrar o rosto do profeta, um olho estilizado, ou seres e símbolos estranhos e surreais. A iluminação, inspiradíssima, bolava efeitos impressionantes com os murais conseguindo criar uma atmosfera que parecia nos conduzir a outra dimensão.


Com um palco cheio de surpresas, como torres que afundavam e passagens escondidas, Rob Halford entrou e saiu do palco várias vezes. Ora descendo por dentro das torres, ora subindo escadas ou usando passagens secretas, vinha trazendo cajados, bandeiras, trono e motocicleta, revezando entre mantos prateados e capas de couro. A presença de Rob Halford à frente da banda com todo o seu carisma é a força do Judas. Apesar de seus agudos já não se sustentarem por muito tempo e do fato de que depois de algumas músicas sua voz já não permanecer tão potente, sendo necessário o uso de alguns efeitos de voz, ainda assim, é Rob Halford ali e é isso o que de fato importa e conta para a galera!

O som estava excelente, claro e alto, como deve ser. E a banda, afiadíssima, trazendo tanto as músicas novas como os grandes clássicos do Judas com a pegada de sempre. Glenn Tipton e K. K. Downing com seus riffs de guitarra poderosos e suas alavancadas. Ian Hill dando o peso necessário no baixo. E, o destaque da banda, a bateria de Scott Travis, que postado em cima da torre central do palco, tocou com uma potência impressionante.

O público podia ter sido bem maior, a casa de espetáculos estava longe de lotar. Preço alto e pouca divulgação. Uma pena, um desprestígio para uma banda desse naipe com um espetáculo de altíssimo nível.

Mas quem foi viveu o clima de um dos melhores shows de rock pesado que o Rio já teve!!!


Long live to Judas!!!!


Set list do show:

01. Intro: Dawn of Creation
02. Prophecy
03. Metal Gods
04. Eat Me Alive
05. Between the Hammer and the Anvil
06. Devil’s Child
07. Breaking the Law
08. Hell Patrol
09. Death
10. Dissident Aggressor
11. Angel
12. The Hellion / Electric Eye
13. Rock Hard, Ride Free
14. Sinner
15. Painkiller

—————

16. Hell Bent for Leather
17. The Green Manalishi
----------
18. You’ve Got Another Thing Coming


**************

* Fotos por Leonardo M. - Comunidade Judas Priest/Orkut

Excelente crítica de Marcos Bragatto sobre o show no Rio:

http://www.dosol.com.br/2008/11/17/como-foi-judas-priest-no-rio-de-janeiro/


Pelo que eu soube o show de São Paulo também foi demais!

Aqui um link para fotos lindas do show de sampa, pelo UOL:

http://musica.uol.com.br/album/judas_priest_album.jhtm

Hasta!


*  Essa resenha foi apagada do blog antigo, apesar de conseguir recuperar o post, os comentários tive que republicar no corpo da resenha.



4 comentários:

Alvaro disse...

Uau, Lu! Pelo jeito o show foi realmente de arrasar!... Agora é ficar lembrando, e aguardar o próximo!...
Abração, do
Alvaro

17 Novembro, 2008 13:34

lugasp disse...

Pois é, Alvaro, foi o show de metal mais completo que eu já vi: produção impecável com um palco lindo cheio de recursos, a banda feroz, tocando bem demais, Rob Halford com um carisma absurdo, uma presença incrível no palco e a galera deu um show à parte cantando tudo e agitando à beça.
É isso aí, agora é esperar o próximo!
Abraços!

17 Novembro, 2008 15:01

DAGON disse...

Nem soube que o Judas tinha vindo pro Rio. :(
Que vergonha, rs, com certeza agora só aguardando o próximo. Pela sua resenha deve ter sido maravilhoso, e ainda por cima com casa vazia, po perdi.
Abs Lu.

20 Março, 2009 20:55

lu gasp disse...

po dadon, perdeu um showzaço-aço-aço!!!
pena, não divulgaram o show e estava relativamente vazio, o que é um desprestígio para uma banda como o judas... os caras fizeram um show daqueles de arrasar, bom demais!!!!!!!!!!!!!! :))
Abraços!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Whitesnake, showzaço no Citibank Hall - 2008


A apresentação da banda Whitesnake no Citibank Hall ontem à noite foi um showzaço!

Apesar de estar velhusco, fazer muitas caras e bocas e algumas firulas meio ridículas, Coverdale, quase um sessentão, mostrou disposição de sobra e muito carisma, e o que realmente importa, que continua cantando bem para caramba!
A banda fez um show potente, vibrante, com um puta rock pesado do bom! Foi bonito ver a galera participando das consagradas: “Here i go again”, ”Is this love’, “Love ain't no stranger”, ‘Crying in the rain” (só voz e violão), “Burn” (do Deep Purple, ex-banda de Coverdale) em versão explosiva e muitas outras. Whitesnake surpreendeu e brindou o público com um show longo de duas horas de hard rock forte e vigoroso onde um Coverdale, dono, ainda, de uma belíssima voz, soltava agudos à granel para a satisfação da galera. E como rolou “Ain’t no love in the heart of the city” (adoro!) não fiquei tão frustrada por faltar “Guilty of love”.